Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
8.9.09

003.De volta!

Eis o novo desabrochar dos Textículos, sem pintelho.

Não resisti mais uma vez à piadola ordinária.

Voltei, com a vontade renovada de escrever umas idiotices.

 

Na Índia os festejos começaram à uns dias (Esta página, sim, merece ser visitada!). Muito obrigado, não era preciso tanto. A sério.

 

Muito obrigado por me visitarem, este espaço também é vosso.

 

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4.8.09

Chegou Agosto, o mês das festas e festivais, um pouco por todo lado há um arraial, um concerto, uma barraquinha de couratos e mines. Para se festejar a música, um santo, uma tradição.

 

 

Agradeço a honraria, é-me cara até, a ideia de que se festejem os testículos, foi demasiado gráfico, desculpem lá!

 

O que interessa mesmo é o "cumbibio".

 

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15.7.09

Foi curtinho! Estou de volta!

 

Não resolvi metade das coisas em mão, ainda assim deu para apanhar ar.

 

 

Parecido?! Sou com o meu irmão, ao que dizem! Com um Guadêncio qualquer, colega de tropa de alguém que devia ter mais atenção a abordar as pessoas e ainda hoje me causa embaraços. E numa dada altura da minha vida, vitíma dum corte de cabelo infeliz fui confundido por velhinhas em Lisboa ao cair da noite com o famoso apresentador de concursos conhecido também pela irritante frase "Até já!". Reforço a ideia, corte de cabelo!

 

 

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23.6.09

O recém criado Texticles Institute of Technology(TIT) estudou profundamente este produto.

 

Podem aqui ver a sua apresentação.

 

E garante a sua qualidade e eficácia!

 

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19.6.09

[Houve quem sentisse a falta da alma textícular e o afirmasse com veemência e me instásse a escrever algo mais profundo, mais de mim e hoje como acordei egocêntrico, levantei-me contrariado, decidi escrever sobre mim. Aquilo que na realidade sou.] Sou um tipo dinâmico e não raras vezes fui visto a trepar paredes e a partir gelo, criei duas óperas aclamadas pela crítica e mesmo reservado ainda recebo correio de fãs e também sou capaz de gerir o meu tempo com eficiência. Não raras vezes participei em demonstrações de como caminhar movido apenas pela força centrífuga. Consigo pilotar veículos de duas rodas, ladeiras abaixo a alta velocidade, mantendo intacto o conjunto de dentes que ainda possuo. Cheguei a ser conhecido como remodelador de estações de comboio, tornando-as mais eficazes na retenção de calor. Sou mestre copeiro, um veterano apaixonado e um foragido à lei finlândesa, capaz de cozinhar em vinte minutos receitas que demoram trinta. Sou um artista abstracto, um analista concreto e um apostador falido.

 

Cativo as mulheres com a minha forma divinamente sedutora de tocar trombone. A minha sensibilidade para os arranjos florais grangeou-me a fama internacional junto dos círculos beduínos de botânica e de quando em vez traduzo textos subversivos para refugiados sulamericanos. Voleio a raquete em pequenos objectos com uma precisão mortal. Ocasionalmente, passo três dias seguidos dentro de água. Munido dum ancinho e dum balde com água defendi duma horda de ferozes formigas assassinas uma pequena aldeia africana. Frequentemente figuro como estrela principal de documentários de vida selvagem. Certa vez li a Guerra e Paz e os doze volumes do Paraíso Perdido, tudo num dia e à noite remobilei a sala de estar. Já participei em diversas operações secretas da CIA e de férias negociei com sucesso a libertação dum grupo de reféns às mãos dum grupo de terroristas peruanos barricados numa pequena padaria egípcia. Aos fins-de-semana apenas para libertar o stress participo em torneios de origami fullcontacto, quando estou aborrecido construo enormes pontes suspensas no quintal. Há uns anos atrás descobri o sentido da vida mas esqueci-me de o apontar.

 

Digo sempre a verdade, até quando minto! :)

 

 

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