Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
27.1.10

Fernanda Eberstadto escreveu, à dois anos, no New York Times este artigo, sobre José Saramago.

"Saramago’s most distinctive trademark is his punctuation, or rather the lack of it. His fictions are constructed in run-on sentences disrupted by only commas, a flood of prose in which narrative observation, individuals’ thoughts and dialogue go unmarked. In addition, many of his books refer to one another, and all the characters talk exactly alike, giving their conversations the feel of an internal monologue. It is as if a continuous reel of a silent film were being projected in a movie theater that is empty save for one extremely garrulous spectator.
That spectator is Saramago’s narrator, an unidentified personality who presides over all the novels. The literary critic James Wood has described this narrator’s voice as that of “a sly old Portuguese peasant, who knows everything and nothing."

 

E não somos todos?

 

 

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18.1.10

Através do Combustões descobri outro blog, o Portugueses de Malaca.

 

"A LANGUAGE CONTAINS AND DEFINES A WAY OF SEEING THE WORLD.
Enquanto dura, um certo tipo de personalidade existe: com o seu desaparecimento é um certo homem que morre.

A Língua tem relação intrínseca com todos os elementos que integram e dão rosto a uma cultura; ela é um dos pilares sobre que assenta a pertença de um grupo: se falo tal língua encontro-me com os que a falam distingo-me e distancio-me dos que não falam”. In O Bairro Português de Malaca, de João Guimarães e José Ferreira

 

Atravessei o oceano em direcção ao Oriente. Cheguei a Malaca onde os portugueses atracaram os barcos há 500 anos. Aqui resistiram (de geração em geração), e aqui continuam bravos e orgulhosos das nossas tradições."


Um projecto a visitar.

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7.8.09

Segundo, um alarmante estudo de uma universidade norte-americana, falta a Portugal menos de 8 anos para chegar a 2017. "Cada dia que passa, está mais perto", afirmou o dr. Albert Smith numa conferência. Ao ritmo actual chegaremos a 2017 primeiro que os Estados Unidos da América, mas nunca antes da Alemanha.

O parágrafo anterior é uma invenção minha.

 

Vou perdendo a paciência para tanta lamúria e auto-comiseração. Se faz sol, está muito calor, se não faz, está frio. E já não vou falar do preço da gasolina, do trânsito, do desemprego, do retorno do IRS e enfins.

 

 

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