Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
17.4.09

Num rápido zapping antes de dormir, passei pelo Late Night with Jimmy Fallon onde entrevistou a conhecida tenista Anna Kournikova.

 

 

A minha memória retrocedeu, precisamente, dois meses, para o liveboard de mergulho na Barreira de Coral.

 

Declaração de intenções!? Bem... é melhor não ... :)

 

 

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28.1.09

Mais um momento de feliz memória hoje ao almoço, no restaurante, cada vez menos habitual, sentados numa mesa estavam um casal de meia idade mais uma criança que mais tarde soube ter pouco mais de três anos que alegremente rabiscava um caderno de desenhos.

 

Vieram-me à memória os bonecos que desenhava nas toalhas de mesa do Arabica Café, no número 20 da Sharia(Rua) Muhammed El-Marashly, em Zamalek no Cairo, para quem queira visitar. E era suposto ser assim, todas a mesas tinham uma caneca cheia de lápis de cor e de cera, para os clientes usarem enquanto esperavam pela refeição. Rabiscos esses que poderiam ser pendurados na parede do restaurante, caso o staff os achasse merecedores de tal honra e a atmosfera estudantil o permitisse.

 

Li algures uma história onde às tantas uma criança perguntava ao pai o que ele fazia, ao que ele respondeu ser professor, ensinava os crescidos a desenhar, confusa a criança deduziu. "Mas vocês esquecem, é!?". Nunca nenhum meu chegou à parede! :)

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27.1.09

As horas dormidas foram poucas e quando acordei logo a manhã começou numa correria. O percurso matinal foi alterado para visitar uma entidade bancária muito célere a cobrar e pouco expedita a resolver os meus problemas. Foi rápido e indolor.

 

Atrasado já estava e não valia a pena gastar o fôlego antes de chegar ao trabalho, tomei então o autocarro num percurso que à anos não faço. Entristeceu-me passar pelo terreno lúgubre onde outrora se implantou um enorme estaleiro naval e onde engordei a trabalhar no refeitório num longínquo Verão. Chegado ao destino era agora o momento de atravessar o rio de barco como, também, não fazia desde os tempos da faculdade. O fresco ensolarado rio Tejo, que maravilha. E embora os cacilheiros mantenham o desconforto de outrora, vou voltar a repetir o passeio, concerteza.

 

Foi um percurso de boas memórias, outras nem tanto, ainda assim cheguei com boa energia ao trabalho. Que rapidamente se esfumou por causa da porcaria deste computador! Grrrr!!!!

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7.1.09

 

Estou a imaginar o primeiro homem que descobriu o fogo, deve ter, logo, incendiado o mundo inteiro. Ninguém me tira da cabeça que foi essa a razão da extinção dos dinossauros.

 

Este video foi-me enviado por um grande amigo. Na juventude participamos numa organização que se estende ainda hoje e cujas regras eram: Não há regras; Nunca haverá regras; em caso de dúvida aplica-se as duas anteriores.

 

Muito ao jeito do silopsismos do post anterior. Esta palavra não me sai da cabeça!

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Palavras há que ficam nos ficam marcadas. As que dizemos, as que sussurramos, as que gritamos, etc. De carinho e arrojo ou de ressentimento e raiva. Há para todos os gostos. Mas hoje quero falar daquelas que se descobrem. Como se duma próteina se tratasse, ela existe e é usada, apenas não temos noção do facto. Ontem adicionei uma palavra ao meu léxico e sei que não me vou esquecer dela, não que contenha em si uma qualquer beleza. Apenas pelo deslumbramento momentâneo, pelo "Quem és tu?"

Em pequeno fiquei deslumbrado pela palavra "sóis", não fazia sentido usar uma palavra que significava algo que não existia. Havia um sol, apenas um. Mais tarde, ainda imberbe, choquei com "misantropo", na velha PGA (para a rapaziada mais nova, era uma prova que se fazia para se ir estudar na universidade) e durante um bocado sem um dicionário por perto, chocalhei na cabeça a tentar levantar-lhe o véu, em vão, até que perguntei a um vizinho que me desarmou com a pronta resposta. Pensei que porcaria de palavra.

Ontem fui de encontro a uma que não vou esquecer como tantas outras. É uma palavra vaga, uma perplexidade, dada a muitas leituras e ao mesmo tempo tão vulgar, "solipsismo"

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