Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
28.5.09

Na semana passada uma série de pessoas sairam feridas dum desastre com um carrossel, o dono veio logo dizer que não percebia o sucedido porque afinal vistoriava todos os dias o equipamento e no dia seguinte um inspector veio afirmar que o sucedido fora provocado por uma deficiência que devia durar já há algum tempo. A rapaziada que explora estes equipamentos aregimentou-se e concluiu ontem que o problema era o declive do terreno. Palavras para quê, quem não sabe dançar afirma que a pista está torta!

 

A vida política está salva, não pela demissão do conselheiro Loureiro que peca por tardia e revelarse-á tão espalhafatosa quanto inócua. De virgens arrependidas com ataques de consciência já está o burgo cheio. Salva porque surgiu a única pessoa séria(?!) que merece um elogio num cantinho, "(...) A socióloga de Coimbra tem sido uma mais-valia para a campanha bloquista em questões sociais e também na área científica como se viu na recente visita ao Ecoparque da Chamusca pelas perguntas técnicas que formulava." Esta m#"%$ quer dizer o quê, afinal?! Já agora chama-se Marisa Matias, nada me move contra a candidata ainda assim merecia um jornaleiro menos babante.

 

"Barcelona rouba a Liga dos Campeões a Ronaldo". Chamem a polícia que ainda os apanham, não devem estar longe,esses malandros que sabem jogar bola! Parabéns ao Barcelona!

 

 

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16.4.09

Desfizesse-se uma dúzia de jornalistas numa picadora e com a polpa resultante se estrumasse um campo de milho, passados alguns dias as plantas cresceriam obliquamente, com opinadores os resultados seriam ecológicamente dramáticos. Descabelam-se em questões de ética; código deontológico; causas; autenticidade; legítimidade; autoridade; liberdade de expressão; credibilidade; fronteiras; privacidade; fontes; más práticas; comportamentos; detenho-me por aqui. Deixei de fora as declarações de interesses que agora se buscam em tuítadelas sobre goulash de algum abrileiro ainda clandestino, que se revistam em posts sobre postas mirandesas abocanhadas por algum estadonovense de cabeça rapada ou ainda num comentário que cheire a fruto, quiça proibido, no lençol.


Nestas andanças o mérito é desnecessário e coisa que poucos têm para além daquele atribuido a si próprio, como perdigueiros foçam com a ponta da pena o rasto de escrúpulo alheio que quanto pior melhor. Isto é rapaziada capaz de beber vinho branco e comer saladas com vegetais de nome estranho e a maioria encararia como aventura uma ida à mata, para despejar a tripa que no final acabaria tuítada. Este curioso habitat mental encoraja-os a sentirem-se impressionados com eles próprios, dignos de possuir o poder sem responsabilidade, onde a estupidez aliada à imprevisibilidade se deslumbra num exercício de figuração teatral muito atraente a egos que inflam tão prontamente quanto um airbag. Directa ou dissimuladamente e já que se tem razão... em tudo, zela-se pelo seu papel de instructor, onde usualmente o conceito de diversidade é brancos, pretos, amarelos e vermelhos pensarem exactamente o mesmo que o próprio. Isto exige demasiado intelecto para tão pouca inteligência, assim fixam-se em zurzir a ruralidade, os militares, a religião, os políticos e as posturas.

 

Entretanto vou, ali, ao endireita que me estão a doer as costas! :) Enquanto isso visitem a nova "barbearia" prestes a abrir.
 

 

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