Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
15.2.10

Tudo começou num símio caçador numa floresta primordial passando pelo cliente na fila de supermercado a pagar com cartão de crédito e sabe-se lá onde terminará. Assim entendo a necessidade que tenho de quando em vez trepar às árvores. :-)

Desmond Morris e a sua visão do animal humano
parte 1, parte 2, parte 3, parte 4.

 


Ao contrário do ditado, quanto mais conheço os animais mais admiro dos humanos. Pela aventura, por terem transcêndido a evolução, ainda longe da perfeição e melhor do que seria de esperar. Deixo também
outra apresentação, de Steven Pinker, sobre a linguagem e a forma como a moldamos e ela nos molda.

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5.8.09

Um conferencista começou a sua palestra segurando uma nota de 50 € e perguntou à platéia:

- Quem quer esta nota?

As mãos começaram a erguer-se.
- Eu vou dar esta nota a um de vocês, mas primeiro deixem-me fazer isto! - Então ele amassou a nota. E perguntou outra vez:
- Quem é que ainda quer esta nota?
As mãos continuaram erguidas.
- Bom, e se eu fizer isto? - perguntou, deixando a nota cair no chão e começando depois a pisá-la e a esfregá-la. Em seguida, pegou a nota imunda e amassada, e perguntou:
- E agora? Quem ainda quer esta nota?
Todas as mãos permaneceram erguidas.

- Meus amigos, aprendam esta lição. Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda vão querer este pedaço de papel, porque ele não perde o valor, valerá sempre 50 euros.

Muitas vezes, na vida, somos amassados, pisados e ficamos sujos, por decisões que tomamos ou pelas circunstâncias com que nos deparamos no caminho. E assim sentimo-nos desvalorizados e sem importância. Porém, creiam: não importa o que aconteceu ou acontecerá, jamais perdemos nosso valor. Quer estejamos "sujos", quer estejamos "limpos", quer amassados ou inteiros, nada disso altera a importância que temos: o nosso valor. Nada nem ninguém tem o condão de alterar isso.

 

 

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