Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
29.12.09

Foi a pandemia que quase aconteceu. E o Mugabe que quase caiu. Foi o capitalismo que quase desmoronou. E a Islândia que quase afundou. Foi a prisão de Guantanamo que quase fechou. E o Irão que quase se revoltou. Foi o tratado que quase parece com uma contituição. E o acordo que quase se assinou em Copenhaga.

 

É o ano que quase acabou. Foi o ano empata feel o'right's. P.Q.P.

 

 

Cá no burgo: Eleições, par de cornos, eleições, eleições... Ahh, e vamos ao mundial na África do Sul.

 

 

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28.12.09

Concedo que até tenha andando distraído mas à parte da morte de Michael Jackson e da descoberta dos Metric, por mim (que já cá andam à uns anitos), o mundo da música este ano fui duma pobreza franciscana. Ou se calhar estou a ficar um bota de elástico mas o que agora parece novo, para esta geração, já ouvi à vinte anos atrás. Ladies and gentlemen, from Toronto, Canada, Metric!

 

 

E o festivo "Sick Muse" para animar os dias que ainda restam antes de terminar este ano e que me acompanhou largas temporadas este ano.

 

 

E por cá, no burgo... PLEASE... DON'T GET STARTED...

 

 

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2.1.09

Como dizem que o tempo é relativo e eu acredito, tendo também a assumir que é um bocado idiota dar tamanha importância ao exacto momento em que o relógio pula aquele segundo. Claro que entro na onda. Quem sou eu para protestar com uma festa!?

Para mim todos anos começam daqui a umas semanas, pelo meu aniversário e refiro este facto pela segunda vez no espaço duma semana, porque começo a ficar preocupado, estou a ver pouca azáfama e pouco empenho na compra de prendas. Como é? :)

Portanto, resoluções, pensamentos e motivações sobre o pacote de doze meses que agora começa, só mais adiante.
 

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1.1.09

Atão, mas ninguém avisa?! Ainda agora começou e já me roubaram um dia?!? Bandidos!!!

 

De passagem por outro blog raptei este texto, de um autor que descobri em, e de, terras sul-africanas e que também é nobel.  "Porque será que nós - tanto os homens como as mulheres, mas principalmente os homens - estamos preparados para aceitar as rejeições e as recusas do real, cada vez mais recusas à medida que o tempo passa, cada vez mais humilhantes, e contudo voltamos ao mesmo? Resposta: porque não podemos passar sem a coisa real, a coisa mesmo real; porque sem o real morreríamos como que de sede." J. M. Coetzee, Diário de um mau ano.

 

Falar em sede e real??! Hoje?! Onde é que anda a minha cabeça, já agora?!?

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31.12.08

Feliz 2009 para todos!

 

Prontos estamos, começai vós outro...

 

 

 

A baiuca reabre Sexta-feira!

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