Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
29.10.09

A Jonh Malkovich, o pior personagem - melhor neste caso - que se pode oferecer é um arrogante aborrecido, como Lurie, cuja sinceridade é minada apenas pela impressão que deixa a sua presença que não procura sequer um laivo de simpatia alheia, não transige perante do erro cometido.

A vastidão e fecundidade da terra chocam com a contiguidade da vizinhança e intimidade com a violência, criando um vácuo que urge ser preenchido jogando um gâmbito para além da razão, exigindo estoicismo temperado de gentileza.

 

 


It's beyond my control. Vibrar a cada índicio da cidade-mãe com rasto na minha memória. O campus e os jardins. It's beyond my control. A Long Street. It's beyond my control. O Overberg. It's beyond my control. Clifton e Camps Bay. It's beyond my control.

 

 

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18.9.09

Não era propriamente cantor mas sim um actor em dois dos mais emblemáticos filmes dos anos 80.

 

Foi co-autor nesta música que também figura entre as mais famosas daquela década e canta-a.

 

 

 

 

Foram memoráveis os momentos proporcionados por essas obras! Paz à sua alma!

 

 

 

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19.8.09

Nem sempre os filmes têem um final feliz e o protagonista ao invés de fazer de herói e ficar com a rapariga, acaba por morrer. Por exemplo o Will Smith já morreu duas vezes na tela, só não são três porque uma delas foi temporária, o Harrison Ford também conta com duas, apenas porque como Indiana Jones era "imortal". O George Clooney só não conta com seis porque afinal sobreviveu numa delas tal como o Robert Downey Junior por se ter matado numa alucinação,  já o Denzel Washington soma apenas seis porque fazer de fantasma ou de anjo aqui não conta.

 

A jogar noutra liga Dustin Hoffman bateu a bota nove vezes, uma delas nas mandíbulas dum crocodilo reanimado, Al Pacino também, tal como o Jack Nicholson, este com tendência para mortes horrivelmente violentas. O Brad Pitt faz parte deste grupo apenas porque num dos filmes voltou à vida como cartoon e no Fight Club nunca existiu, já o Johnny Depp, que não faz as coisas por menos, morreu nove vezes e meia porque volta à vida na sequela.

 

O Bruce Willis dá o último fôlego em onze filmes, em duas ocasiões às mãos da ex-mulher. Imbatível nesta lista está Robert DeNiro com 14 extrema unções. Que post sangrento.

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23.7.09

"Mr. Ayers, estou honrado em ser seu amigo.

Há um ano atrás, conheci um homem sem sorte e pensei que o poderia ajudar. Não sei se o fiz. Sim, meu amigo, o Sr. Ayers agora dorme protegido. Tem uma chave e uma cama. Mas o seu estado mental e o seu bem-estar são tão precários como no dia em que nos conhecemos. Há quem diga que o ajudei. Há especialistas que dizem que o facto de ser amigo de alguém pode mudar a sua química cerebral e melhorar a sua adaptação ao mundo. Não posso falar em nome do Sr. Ayers. Talvez a nossa amizade o tenha ajudado. Talvez não. Posso, no entanto, falar por mim. Por ser testemunha da coragem do Sr. Ayers e da sua humildade, da sua fé no poder da sua arte, aprendi a dignidade de ser leal a algo em que se acredita. De apegar-me a isso sobre todas as outras coisas.
"

 

E mais não digo por terminar assim um grande, grande, filme.

 

 

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14.7.09

Quando uma mãe pouco escrupulosa manda o seu filho passar as férias de Verão com uns tios amalucados, dá nisto:

 

If you want to believe in something, then believe in it. Just because something isn’t true, that’s no reason you can’t believe in it… that people are basically good, that honor, courage, and virtue mean everything, that money and power mean nothing, that Good always triumphs over Evil … that true love never dies. You remember that, boy… doesn’t matter if it’s true or not, you see. A man should believe in those things, because those are the things worth believing in.

Um belo filme este "Secondhand Lions".
 

 

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