Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
Aventureiro introvertido; Sensível idiosincratico; Conversador tranquilo; Solitário na multidão; Dedicado desregrado;
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2.2.10

No Domingo após a derrota na Rod Laver Arena, o Andy Murray cedeu à pressão vinda da Velha Albion, tremeu-lhe a voz, chorou até. Assim que ultrapassou os quartos de final, a imprensa britanica já o dava como vencedor do Gran Slam, algo que um inglês não consegue à 74 anos.

 

Boris Becker says Andy Murray needs insight from the top iconic names in the game if he's to get over the top and finally claim a Grand Slam title. «You need to talk to people like John McEnroe, Jimmy Connors, someone Andy would listen to and respect... Andy will be among the top men's players over the next five years, but if he wants to be above them, not amid them, he needs to have someone in his corner who knows what it is like to win a grand slam, to climb the Mount Everest of tennis, the air is thin up there, and Andy needs to surround himself with people who have been to the summit, who can describe to him how they got there, and how he can as well.»

 

 

Ainda é um miúdo e todos lhe auguram um futuro brilhante com títulos a condizer. Um dia irá respirar o tal ar fino(adorei a expressão).

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1.2.10

Por esta altura, à quatro anos, vivia-a eu no Cairo quando a CAN foi disputada no Egipto e tal como ontem a sua selecção venceu. Recordo-me de ter andado a passear nesse dia e no final fui jantar com colegas num restaurante brasileiro em Mohandessen, onde assisti à final.

 

 

Terminado o jantar e desfeita a tensão do jogo o restaurante encheu-se de  festa, quando sai a rua estava cheia de gente orgulhosa a festejar vitória, nas formas mais loucas imagináveis, cheguei a ver maltinha com a roupa em chamas enquanto brincavam com latas de spray e isqueiros. Já dentro do carro levei duas horas a percorrer cerca dum 1.5km. Até então jamais vira tamanha entrópia e durante horas gritou-se «MASR!!», Egipto em àrabe. Como o trânsito não andava desatei a fotografar os festejos. Ontem deve ter sido parecido.

 

Down under, a Serena Williams e o Federer suaram e venceram o Australian Open, cimentando as primeiras posições de ambos no ranking  afirmando também um ténis dificilmente superável pelos adversários.

 

 

 

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29.1.10

Então é assim; Será que a Justine Henin, sem raking mas com muito ténis vence a Serena Williams, mantendo a tradição de a americana apenas vencer em Melbourne em anos ímpares. ou a Serena dá um correctivo na belga por a ter abandonado a dominar o circuito; E será que o Andy Murray vai mostrar ao Roger Federer, que lá porque o Nadal não está presente para defender o título, que terá a tarefa mais facilitada, ou o Federer vai mostrar a 'arte de bem volear em todo court'.

 

مصر‎  يلله (iála masr) Vamos Egipto!

 

Parabéns à Michelle Larcher de Brito, que completa hoje 17 anos.

 

 

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26.1.10

Com maior ou menor surpresa, alguns(as) cabeças-de-série foram caindo na primeira semana. É normal, uns tropeções e o início de época explicam o resto. Tem havido muitos bons jogos, e no quadro feminino prevê-se, deseja-se uma final "à antiga" entre Justine e Serena, já no quadro masculino a história é outra. O jogo entre Murray e Nadal estava em vias de se tornar num épico, interrompido pelo fogo de artíficio dos festejos do Australia Day, foi talvez o prenúncio de algo. O espanhol cujo talento aliado à disponibilidade física,se tornou num tenista quase imbatível, foi impedido de continuar em competição pela malvada e persistente lesão no joelho, que por não ser a primeira vez, não augura nada de bom. Infelizmente!

 

 

Não desdenhado os outros tenistas, uma final entre Federer e Nadal é sempre outra coisa, por mais que já os tenhamos visto, cada embate entre eles é mais uma frase escrita na história, ora porque o suiço venceu a sua Némesis, ora porque o espanhol desmistificou a origem divino-tenística do Federer, tal como escrevi aqui à um ano na derrota de Federer na Rod Laver Arena: «Dar-te-ei um talento incrível com o qual irás pairar onde outros tropeçarão, perfumarás de elegância os terrenos que outros suarão de labor. Mas cobrar-te-ei na forma dum rival contra o qual a tua destreza será insuficiente, contra o qual terás de arquitectar habilidades, conquanto a tua ambição o permita».

 

Espero que recupere, porque tal como já disse que depois de ver o Federer ganhar, a coisa que mais gosto, é vê-lo perder frente ao Nadal. Vamos tio!

 

 

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21.1.10

"After a first round scare, where he was pushed to four sets and aided by a nervy Igor Andreev, it seemed that Roger Federer had yet to reach anywhere near his best at Australian Open 2010. That all changed on Thursday night, as the Swiss maestro’s game clicked in easing past an unfortunate Victor Hanescu on Rod Laver Arena.

 

 

Federer was at his sublime best during the 6-2 6-3 6-2 win, displaying a full array of strokes to dismantle a potentially dangerous opponent. The Romanian was hardly disgraced, conceding only eight more unforced errors than Federer. It was just one of those nights for the No.1 seed, who effortlessly conjured 52 winners seemingly at will.

 

Hanescu battled gamely, trying a number of tactics to counter the genius of Federer, but each time it seemed the champion found a new method of compounding the Romanian’s misery. An inch-perfect backhand lob evaded the 198cm giant, not the easiest of tasks. Later, a cheeky crosscourt flick to beat Hanescu at the net drew a smile from Federer, who knew that even for him, things couldn’t get much better. Sadly for his opponent, they did."

 

 

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