Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
Aventureiro introvertido; Sensível idiosincratico; Conversador tranquilo; Solitário na multidão; Dedicado desregrado;
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5.3.10

«Mire, la noción de periferia está muy alterada en el mundo actual. Portugal no es periferia. Lisboa no es periferia. Portugal tiene una estrecha relación con África, con América Latina, especialmente con Brasil, una de las grandes potencias económicas y políticas del futuro. Portugal mira a Asia. Por tanto, Portugal no es periferia. Portugal tiene su centralidad. Tenemos un gran vecino que es España, pero también nos consideramos vecinos de Francia y de Alemania. Y tenemos nuestra vocación atlántica, nuestra fuerte vocación por el Atlántico. Por tanto, creo que debe ser valorada la centralidad de Portugal.»
 

Por que é que o tipo não diz isso em português, pelos vistos a noção de periferia mudou a semana passada, porque a desculpa que oiço à anos, vinda de todos os quadrantes é que Portugal é um país periférico, que no fundo é a forma polida de afagar o temperamento luso ao insucesso e ainda bem que o planeta arrendondou senão culparíamos o "altíssimo" por nos ter posto na borda.

 

 

Assim que se passa Badajoz o é temos; somos e fazemos. De volta assim que que atravessa Elvas teremos, seremos, faremos. Um dia!

 

 

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4.3.10

Mais um passo na tentativa de descobrir o que se passa lá fora.

 

As conversas privadas das galáxias...

 

 

Também por aqui.

 

 

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3.3.10

Enquanto terminava as últimas papeladas da administração do condomínio, ia ouvindo amiúde o debate na televevisão entre candidatos à liderança do PSD.

 

O melhor do debate de ontem foi, sem dúvida, a moderadora Ana Lourenço, que termina o programa, no meio duma cacofonia politiqueira, com um delicioso e inaudível, "Aii... que indisciplinados!"

 

Grow up, wiil you!!

 

 

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24.2.10

Os italianos chamavam-lhe ora espanhola ora francesa; o franceses chamavam-lhe italiana; os ingleses e os turcos chamavam-lhe francesa; os russos, polaca; os indianos e os japoneses, chamavam-lhe portuguesa; Os espanhóis, quando a reconheceram chamaram-lhe a  doença da Española, o nome do Haiti nessa altura.

 

Foi assim "alcunhada" a Sifílis noutros tempos e serve de alegoria aos delírios e autos-de-fé, efeitos colaterais do conhecimento e da razão, respectivamente, a que vamos assistindo.

 

 

O Homo Sapiens, suposto portador da faculdade que a natureza arranjou para decifrar-se a si própria vulgarmente chamada de consciência, revoltou-se e parece ter voltado ao estado selvagem. Tão rica quanto ridícula, uma fauna emerge em passo de ganso como autoridade e fazendo notar as encrencas em que se metem os seus adversários. O dedo em riste ameaça-os num clima de paz armada, de modéstia e distinção. Não é o choque de civilizações que Huntington revelou é mesmo o choque de incivilizações.

 

 

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17.2.10

Chegou-me às mãos documentação secreta que revela directivas militares de como anular o poderio das armas de exercitos inimigos. Diz este título “Como atingir os pontos fracos do F117 com uma pá″. 

 

 

Intruções mais detalhadas informam-nos "Atinga o painel de navegação e de armamento com uma pá"; "Ao bater na fuselagem com uma pá, anulará invisibilidade da camada anti-radar do avião"; “Meta pequenas pedras dentro dos motores do avião com o auxílio de uma pá”.

 

É a metáfora possível de uma Quarta-feira de Cinzas sobre a sociedade. Discute-se a pá.

 

 

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