Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
Aventureiro introvertido; Sensível idiosincratico; Conversador tranquilo; Solitário na multidão; Dedicado desregrado;
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6.11.09



Fui à minutos dar uma olhada nas notícias do dia, no diário digital e dou de caras com estas duas, na página principal, Praga de roedores está a chegar de Espanha a Portugal e Governo vai lançar campanha sobre nova lei da Imigração. :)

Devemos bater palmas ao governo, pela rapidez com que procurou resolver o problema.

Sem querer o site fez uma bela piada.

 

 

link do post texticulos, às 12:00  | comentar

28.10.09

 

Não percebia nada de ironia.

 

 

link do post texticulos, às 09:00  (3) | comentar

21.7.09

Pacote de medidas anunciado pelo Governo. :)


Primeiros cinco mil carros eléctricos terão cinco mil euros de incentivo.

 

 

Um dia destes há-de alguém dizer-lhe para parar de brincar com o dinheiro dos outros.

 

 

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3.7.09

Toda esta agitação prende-se com o facto do ex-ministro ter recusado os useiros maneirismos do linguajar parlamentar de duplos sentidos e meias tintas, recorrendo ao gesto 'il chiffro', esteticamente elegante e simétrico, cujo significado é univoco e toda a gente entende por cabrão(desculpem-me o francês).

 

Poderia ter usado dum mais simpático e comum 'obstinado', ou 'mentiroso' ou mesmo 'birrento' e esconderia assim a teimosia bovina do deputado cuja atracção pelo vermelho e pela democracia norte-coreana é conhecida.

 

O ministro de Sócrates não precisa ser sério mas tem de o parecer. E por momentos imaginei o Lino, levemente ébrio de braços levantados e dedos médios esticados a berrar um gutural e metaleiro "Jamais!... Jamais!"

 

 

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18.6.09

"...e meus amigos, eu nunca vi o pessimismo criar um só posto de trabalho!" (pssst... é o outro!)

 

Ahh... Em tempos idos um Sócrates houve que moldou a metafísica do mundo civilizado, esse grande sofista sobressaiu entre os demais que defendiam ser a Verdade filha da persuasão e não do absoluto, a ética não seria condicionada por divino decreto mas sim resultado da razão e da consciência individual. O seu fim foi trágico e através do seu pupilo Platão e  ainda Aristóteles(aluno de Platão) a  sua lógica e razão tornaram-se parte do fundamento do  Iluminismo e da ciência.

 

Cruzes! (pssst... é o outro!) Ahh...

 

 

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