Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
Aventureiro introvertido; Sensível idiosincratico; Conversador tranquilo; Solitário na multidão; Dedicado desregrado;
texticulos@sapo.pt
11.2.10

A nossa comemora-se daqui a uns meses, por ora, "festeja-se" no Irão a revolução que levou o Ay-artola-h Khomeini ao poder, depois dele outros artolas vieram. De tal maneira que parece haver necessidade de haver uma outra revolução.

 

 

Comemora-se agora os 31 anos duma revolução que pôs no poder uma horda de xenófobos, que insinuaram ao pequeno Napoleão dentro de cada persa que os males vinham do estrangeiro. Se antes o ingleses eram o alvo, agora era o resto do mundo, com incidência no malandros do costume, os EUA e Israel.

 

Isto é algo que tem feito escola durante toda a história em políticos pouco escrupulosos. Aguardo, com alguma ansiedade, o dia em que o Chavéz reclame contra o gran satan e a sua bomba de raios solares que fustigam a Venezuela com a maior seca dos últimos 100 anos.

 

 

link do post texticulos, às 18:00  | comentar

8.2.10

Políticos honestos, ponho-os na mesma categoria do Pai Natal e do Coelho da Páscoa.

 

 

 

link do post texticulos, às 18:00  | comentar

4.2.10

Ao diplomata اکبر زيب, Aqbar Zib para os amigos, foram rejeitadas as credenciais de representante paquistanês na Arábia Saudita. Isto porque Aqbar=grande e Zib=feel o'right, e nestas coisas os sauditas não são rapaziada de andar com comparações. Vá lá deixem o akbar piçarel armar a tenda nas areias.

 

 

Noutro continente, com outras políticas, a candidata a deputada por Bogotá ao parlamento colombiano, María Fernanda Valencia promete posar nua para uma revista caso seja eleita, em nome de «vamos a proteger a las mujeres y al medio ambiente». Vá lá deixem a Mariazita armar as tendas em Bogotá.

 

E ainda dizem que é o dinheiro que move o mundo.

 

 

link do post texticulos, às 14:00  | comentar

2.2.10

«A tyrant must put on the appearance of uncommon devotion to religion. Subjects are less apprehensive of illegal treatment from a ruler whom they consider to be God-fearing and pious.», Aristóteles.

 

«A prince, then, must be very careful not to say a word which does not seem inspired by the five qualities(...) To those seeing and hearing him, he should appear a man of compassion, a man of good faith, a man of integrity, a kind and a religious man(...) Men in general judge by their eyes rather than by their hands; because everyone is in a position to watch, few are in a position to come in close touch with you. Everyone sees what you appear to be, few experience what you really are. And those few dare not gainsay the many who are backed by the majesty of the state. In the actions of all men, and especially of princes, where there is no court of appeal, one judges by the result.», Maquiavel.

 

Aristóteles resumiu a política como uma mera extensão da ética. A tradição ocidental via a política em termos claros, certo e errado, justo e injusto, e por isso os termos morais usados para avaliar as acções humanas eram os mesmos empregues para avaliar as acções políticas. Ao contrário Maquiavel descreveu a política sem recurso à ética e à jurisprudência, a política era uma única coisa: conquistar e manter o poder. Tudo o  resto associado à política nada tinha a ver com este aspecto fundamental - tirando os casos em que a moral e a religião ajudassem à conquista e à manutenção do estatuto. O político bem sucedido sabe o que fazer ou o que dizer em cada situação.
 

 

link do post texticulos, às 16:00  | comentar


eXTReMe Tracker
 
federação