Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
Aventureiro introvertido; Sensível idiosincratico; Conversador tranquilo; Solitário na multidão; Dedicado desregrado;
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6.5.09

A meio do filme "He´s not just that into you" dei por mim a recordar uma passagem do livro "Silêncio do inocentes", embora já não me recorde se esta foi incluída no filme, onde o personagem Jack Crawford repreende a Clarice Starling sobre o perigo de julgamentos baseados fundamentos incertos, partindo a palavra assume, de inglês supor, em ass-u-me transformando-a em "fazer de parvo a mim e a ti".

 

Ainda que num contexto diferente este supor; assumir; imaginar; que faz parte de qualquer relação, quantas vezes torna as pessoas mais intímas com o outro imaginado do que com o outro real e quantas vezes esse confronto é, ele próprio, o motivo de angústia e silêncio. Ao dar primazia ao imaginado, o real acaba rodeado numa teia que lhe envolve a individualidade e torna traços em inadequados.

 

Usualmente tudo parece correr melhor quando se liberta o outro para ser e crescer connosco, não emnosco(acho que se consegue perceber o sentido). Também nunca se deve substimar o poder da negação, já ouvi à muito tempo num outro filme, "American Beauty" salvo erro, mas isso fica para outro post.

 

 

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De Blogadinha a 6 de Maio de 2009 às 17:28
Rebuscado, só o final do filme - tão bom assim...?

Gosto mais daquele que fala de um grupo de miúdos reunido em torno de um grande caldeirão de papa, cada um com sua comprida colher de pau.

Esfomeados, é acotovelando-se mutuamente que cada um tenta levar a respectiva colher à boca.

Sem efeito, concluem que a solução passa por estender a colher ao colega da frente e não para eles próprios.


* A realidade está sempre à nossa frente.
Basta abrir os olhos e deixá-la ser...

De texticulos a 6 de Maio de 2009 às 17:38
Reboscada é a minha teoria, ou talvez não, o filme tem uns momentos insólitos que se tornam engraçados, bons filmes são os outros que referi.

Quanto à realidade, essa não existe!? :)

De Blogadinha a 6 de Maio de 2009 às 18:03
Não acompanhei toda a saga do Mr. Hannibal Lecter, mas subscrevo a qualidade de ambas as referências.

A realidade existe e supera a imaginação!
É nela que reside o verdadeiro encantamento - pela descoberta, partilha e enriquecimento pessoal que o(a) outro(a) nos proporciona e vice-versa.

Quando dás margem à transparência, não há suposição que te valha... :)

De texticulos a 7 de Maio de 2009 às 10:05
As transparências tapam tanta coisa! :D

De Blogadinha a 7 de Maio de 2009 às 16:45
Só aquilo que não queres ver...

De texticulos a 7 de Maio de 2009 às 18:03
Ah!! Afinal estou tapado!?

De Blogadinha a 7 de Maio de 2009 às 18:17
Vejo mal ao longe!
Desenvolve lá isso. :)

De texticulos a 7 de Maio de 2009 às 18:36
Até eu estou perdido!

De Blogadinha a 7 de Maio de 2009 às 18:54
Perdido e tapado?!?
Ainda acabas padre... :P

De texticulos a 7 de Maio de 2009 às 19:44
Esta aí uma vocação para a qual não estou talhado!

De Blogadinha a 7 de Maio de 2009 às 19:57
Também não te imagino a apreciar a Irmã... Lol

De Sayuri a 6 de Maio de 2009 às 23:05
Eiu gotei muito do filme, e retive uma frase que me tem acompanhado no dia a dia, por forma a não me esquecer de a dizer, por forma a identificá-la quando a ouvir:
"Tu és a minha excepção."
Amei!

De texticulos a 7 de Maio de 2009 às 10:03
Até percebo o encanto da frase! Mas só isso! :P

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