Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
Aventureiro introvertido; Sensível idiosincratico; Conversador tranquilo; Solitário na multidão; Dedicado desregrado;
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28.8.09

Estas histórias já tem cerca de três anos, ainda assim recordo-as recorrentemente.

 

O presidente da câmara de Megion, na Sibéria, proibiu os burocratas/funcionários lá do burgo de se queixarem na sua presença. A ordem é, estão cá para resolver problemas e dar soluções práticas, não para andar com desculpas. "Não sei.", "O que é suposto eu fazer?", "É impossível.", "Ninguém me disse nada.", "Não tenho a documentação.", são respostas proibidas, 27 no total. Parece-me uma ideia interessante este tipo de exigência e de ética, que de uma forma não tão literal, faz funcionar certos sectores nos países nórdicos. Promove a acção, a creatividade e os resultados. Levada ao limite poderá criar problemas, mas não deixa de ser uma boa ideia.

 

Naoki Nishi, gestor japonês, nomeado para reestructurar a Mazda Motor Subcontractor, despediu-se como medida de corte de custos. Wolfgang Bötsch, liderou a privatização da banca postal alemã, abandonou o governo, por achar que não precisavam dele para mais nada. Gunnel Arrbäck, pertencia ao gabinete de censura de filmes violentos do governo sueco, durante anos esta sueca insurgiu-se contra a sua função de censora, abandonou quando se apercebeu que o seu governo não tinha grande respeito pela sua liberdade de opinião. Tenho uma certa admiração por estas pessoas que seguem os seus príncipios até à sua conclusão lógica.

 

 

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