Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
Aventureiro introvertido; Sensível idiosincratico; Conversador tranquilo; Solitário na multidão; Dedicado desregrado;
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8.7.09

Já me passou, vamos a coisas sérias! Aqui no burgo abunda o ridículo e muito rapidamente se entra em ebulição por uma qualquer causa, tomam-se pormenores por factos por sí só absolutos e não raramente de súbito se perde o foco das questões. Estes dois excertos e respectivos links que roubei do João Miguel Tavares no DN e do Pedro Rolo Duarte este com referência a Miguel Esteves Cardoso são o recentrar de dois temas amplamente desfocados.

 

"(...) o tema favorito dos políticos portugueses: o "sacrifício pessoal". Os nossos políticos estão convencidos de que são os mártires da República. Com absoluto desinteresse e nenhuma ambição, sacrificando as suas vidas e uma carreira imparável no sector privado, decidem dedicar a sua vida à causa pública, obtendo em troca apenas sofrimento, trabalho infindo, notícias injustas e o distanciamento das suas famílias. Sempre que o leitor assistir a uma entrevista de um ministro em fim de mandato, não se esqueça da caixinha dos kleenexes."

 

"O Miguel Esteves Cardoso é que tem razão: “Sabe sempre bem virarmo-nos para os nossos pais e gritar-lhes que não pedimos para nascer. Infelizmente, é tudo uma ilusão. Maria João Pires será sempre portuguesa. E quanto mais odiar Portugal, mais portuguesa será. Toda a gente pode renunciar – e é bonito quando renuncia -, mas ninguém se livra”."

 

 

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