Textículo (*) s. m., texto ridículo; texto pequeno. (* não existe no dicionário)
Aventureiro introvertido; Sensível idiosincratico; Conversador tranquilo; Solitário na multidão; Dedicado desregrado;
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21.11.09

De Marte ou Vénus, não é segredo para ninguém que não raramente o homem e a mulher falam línguas diferentes. When each of us, men and women, decide to look beyond our own needs momentarily to see what our spouse needs, the value is almost instantly realized. And, as a relationship therapist, often couples will come in with one goal in mind: FIX HIM! (Or, HER!)

Consideração vs Amor - Surpreendemente ou não, os homens até suportam não serem amados, já desrespeitados é mais complicado. Ao ouvirem "Estou orgulhosa de ti!" os homens de facto ouvem "Amo-te!". Até ao humanamente possível devem confiar na sua capacidade de julgamento e habilidade.

Inseguranças ambos têm e a rapaziada têm uma necessidade de se sentir útil ou o sustento. Trate-nos-o com o inútil e a equipa deixa se jogar em casa
The truth is, we all want to be affirmed in our abilities as humans. And, when we don’t get the “at-a-boys” at home, we seek them elsewhere. From working too many hours, to immersing himself in sports and outside activities at the expense of family time, to crossing the boundaries with female coworkers, husbands will figure out a way to feel admired for what he brings to the table.

Sexo e emoções - And, while it may seem like sex and emotions don’t go hand-in-hand, they do. However, men feel more connected to their wives through the act of sex, and your husband wants to know you want him. He feels loved to his core when you crave him sexually.
What to do: Imagine what it feels like to feel emotionally disconnected from your spouse, as if he doesn’t understand you and you’re on two different planes. That doesn’t feel good at all! That’s exactly how your husband feels when he isn’t sexually connected. The mere act alone helps him feel loved, secure, respected and confident. Women, make sex a priority in your marriage. Instead of seeing the act as a “duty” or a job, see it for what it is: an emotional connection. Just as women want emotional connection, men do as well, and it can often come in the form of sex.

#4) Romance - This may come as a shock, but your husband wants romance, too! However, it’s important to note that men not only view romance differently, but they also feel somewhat insecure about romancing you the way you want to be romanced (I mean, it does make a man step out of his comfort zone when he’s doing what YOU want rather than what HE wants, right?)
What to do: Understand that when your husband wants to go to a sporting event with you, “hang out” with you, or have you on his arm in various social situations, this very well could be romance for him. He enjoys being able to show you off and be proud of you with his friends. Also, encourage your husband through the “rough” spots of romance: encourage him when he steps out of his comfort zone, show him you appreciate his efforts, and let him know he’s your number one. And remember this from Key #3, for so aboveme men, romance may not feel complete without sex. Understanding why is key: men see the act of sex as the connection itself, whereas women see the connection as a stand-alone. When your husband steps out of his comfort zone to romance you the way you want to be romanced (and yes, some even enjoy it!), he may feel discouraged not getting his “connection” (through sex).

A tesão inútil é que é uma porra!

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20.11.09

Para começar bom fim-de-semana.

 

Vou dar ínicio a um curto período de férias, descanso e desconexão com a realidade, que concerteza afectará a regularidade aqui no blog.

 

 

Divirtam-se sff...

 

 

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Na fase seguinte, que julgo agora estar a findar (agradecia que alguém me avise se já não findou), foi escolhido apenas um lado da baia para extravazar dos constrangimentos anteriores e a labuta diária. Uiii, é o que não se extravazou, notavelmente, vazou muitos dos cansaços de outrora, diluídos na companhia dos bravos "gauleses" em longas conversas, maratonas etílicas e animadas jantaradas.

 

Esta fase está também marcada pela segunda diáspora, esta global, exagerando um pouco, pelo menos até à cinco minutos atrás nenhum de nós tinha atingido as coordenadas 82°06′S 54°58′E, o lugar mais inacessível da Antartica e o mais frio do planeta, embora concerteza tenhamos ideias de alguém que não desdenharíamos mandar para lá (deixemos a política para outros posts). Os destinos são vários, tantos quantas as razões que lá nos levaram, o importante mesmo, é que o espiríto da malta do parque de baixo renasce, limpa-se, desintoxica-se, renovando a paixão por esse território mental que todos partilhamos e afagamos a cada regresso, mesmo quando semanal.

  

  

Termino aqui esta revisitação do passado com uma frase que ouvi à uns anos dum famoso empreendor norte-americano, "O caminho que se afigura à nossa frente é mais comprido do que aquele já percorrido" e com o brinde pouco consensual mas ubíquo, que será incansavelmente repetido dentro de 72 horas, durante as próximas semanas: Por toda a merda que há-de vir!

 

 

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A flor da idade, ainda que abundantemente regada, era agora menos viçosa. E uma vaga desilusão pairava, qual nimbostratus carregada de dúvidas, para os nossos lados e à falta de convencimentos, impuseram-se os silêncios, que se viam, facilmente cortados por lamentos e recalmentos, esta foi a marca da época "não satisfaz". De ambos os lados da baia, em conjunto ou separados, lá nos encontravamos para a costumeira parvoíce.

 

 

O jogo de espelhos acusou, bastas vezes, as crianças birrentas que tinhamos dentro, mas não se julgue que esta fase foi a "noite das facas longas", foi apenas um grito Ipiranga tardio e necessário. Foi um teste aos próprios limites e aos alheios também.

Foi nesta altura que se organizaram alguns dos mais interessantes passeios, almoços, jantares e outras actividades, que se refinaram gostos. Foi uma fase decisiva e premonitória do que se avizinhava.

 

( este post devia ter saído ontem, mas falhou :P )

 

 

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   Famagusta, 1974

 

Famagusta, 2007  

 

Há mais de 3 décadas que a ilha de Chipre esta partida em dois.

 

 

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